CONHECA O QUE É UMA CHAVE FIM DE CURSO

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CONHEÇA O QUE É UMA CHAVE FIM DE CURSO OU MICROSWITCH

VÍDEO AULAS: APRENDENDO A USAR O MEGÔMETRO, PROGRAMANDO UM INVERSOR DE FREQUÊNCIA, MANUTENÇÃO DE CONTACTOR,SOFT-START E COMO USAR O CADESIMU

Nesta vídeo aula iremos utilizar um megôhmetro da Megabras modelo Mi5500e.




Este instrumento é usado para executar testes de isolação.

Seu princípio de funcionamento consiste em geração e aplicação de uma tensão que pode variar de 500 até 5.000 Volts em um equipamento, fazendo então a leitura do fluxo de corrente entre duas partes do equipamento (ex: a carcaça de um motor e seu bobinado).


Exemplo: Um motor elétrico de qualquer instalação esteja parado/desligado durante um período prolongado, 2 dias por exemplo, onde o mesmo esteja sujeito às intempéries do tempo, faz-se o teste para verificar o nível de umidade no interior do motor, entre enrolamento e carcaça, ou seja, o nível de isolação interna do motor. Com esta leitura pode-se então, o profissional, avaliar se o motor pode ser ativado/ligado ou não.


A regra geral para avaliar esta isolação é:

A resistência de isolação mínima recomendada com o enrolamento do

motor a 40°C é dada pela equação:
Rm = kV + 1
onde
Rm é a resistência em Megaohms.
kV é a tensão nominal de linha do motor, em quilovolts

Assim: se um motor é ligado em tensão de rede 440 VCA, a resistência mínima para ligar o motor é: 1,440 MegaOhms. ( Rm= 440+1MegaOhms).



Fatores que afetam a resistência de isolação

Umidade:
Uma película úmida se  formará na superfície da  isolação caso a temperatura do enrolamento esteja no ponto de orvalho do ar ambiente ou  abaixo.


Temperatura:
A maioria dos materiais varia sua resistência de isolação na razão inversamente proporcional a sua temperatura.


Estado da superfície:
Materiais depositados na superfície de isolação, tais como pó de carvão podem reduzir a resistência de isolação.


Magnitude da tensão contínua de ensaio:
A tensão de ensaio deve ser compatível com a tensão nominal do motor, para evitar queima do motor e evitar a diminuição da resistência com o aumento da tensão aplicada.


Duração da aplicação da tensão contínua de ensaio:
A resistência de isolação de um enrolamento aumenta com a duração da aplicação da tensão contínua.


Carga residual no enrolamento:
Sempre descarregue os enrolamentos para evitar carga residual nos mesmos.

Clique aqui e assista a vídeo aula.




VÍDEO AULA INVERSOR DE FREQUÊNCIA:

ESTAMOS DISPONIBILIZANDO  PARA DOWNLOAD A VÍDEO AULA QUE  ENSINA A PROGRAMAR VIA IHM UM INVERSOR DE FREQUÊNCIA CFW 09 DA WEG.



Clique aqui download vídeo aula.



VÍDEO AULA MANUTENÇÃO CONTACTOR:


VÍDEO AULA SOBRE COMO FAZER UMA MANUTENÇÃO EM CONTACTORES. ( USAMOS UM 3TF50 DA SIEMENS ) 






Clique aqui download vídeo aula Tamanho: 40 Mb.


                  

                       VÍDEO AULA CAD-SIMU


NESTA VÍDEO AULA IRE MOSTRAR COMO SE UTILIZAR O CADESIMU  ( SUAS FERRAMENTAS E SÍMBOLOS )NUM SIMPLES COMANDO DE PARTIDA DIRETA E COMO SIMULAR O MESMO PARA VER SE ESTA FUNCIONANDO PERFEITAMENTE.



CLIQUE AQUI DOWNLOAD DA VÍDEO AULA.
TAMANHO: 23 Mb


                        MANUTENÇÃO SOFT-START




Olá galera, como eu tinha prometido, neste post a equipe elétrica e suas dúvidas está disponibilizando para todos vocês, as video aulas duma manutenção de uma  SOFT-START WEG .

As vídeo aulas estão divididas em duas partes. Parte 01 desmontagem 29 Mb. Parte 02 limpeza e montagem 57 Mb. 
O Nosso  objetivo é passar para vocês que não existe mistérios "nem bicho de sete cabeças" nesses equipamentos.  E Também para pessoas que estão estudando ou que tenha interesse ou curiosidades de conheçer o equipamento mais não tenha um disponível.




CLIQUE AQUI DOWNLOAD VÍDEO AULA PARTE 01
CLIQUE AQUI DOWNLOAD VÍDEO AULA PARTE 02





CADe SIMU

CADeSimu é um software de CAD elétrico, que permite inserir diversos símbolos.


O bom do CADeSimu é a sua interface  muito fácil, assim ajudando outros a entender e a desenvolver desenhos elétricos. sua ampla biblioteca dividida em etapas tipo :

Alimentações de entrada de rede, neutro, aterramento, Tensão Vcc e Vca.

Fusíveis Nh em conjunto com seccionadoras.

Disjuntores unipolares, bipolares, tripolares e disjuntor motor

Contatores, botoeiras, botões pulsado e fixo e contatos auxiliares. 

Motores trifásicos e monofásicos e em corrente continua.

Dispositivos fim de curso, sensores, solenoides, auto-trafos e temporizadores.

O melhor de tudo isso é que podemos realizar a simulação do circuito corrigindo erros e falhas na elaboração do desenho.


O CADeSimu exige uma chave de registro do programa em sua abertura e estou disponibilizando aqui: 4962




CLIQUE AQUI Download do programa CADeSIMU.


CAPACITORES

                            









Componentes que, embora não conduzam corrente elétrica entre seus terminais, são capazes de armazenar certa corrente, que será "descarregada", assim que não houver resistência entre seus terminais.
Formado por 2 placas condutoras, separadas por um material isolante chamado Dielétrico. Ligados a estas placas condutoras estão os terminais para conexão deste com outros componentes de um circuito elétrico.
Capacitância (C): capacidade de acumulação de cargas elétricas no capacitor, quando aplicamos em seus terminais determinada tensão. Sua capacitância é determinada pelas dimensões das placas e pela distância de uma em relação à outra, ou seja, é diretamente proporcional à área e inversamente proporcional à espessura do Dielétrico.
Unidades de Medida da capacitância: Farad, Microfarad, Nanofarad  e Picofarad .
A quantidade de cargas (Q, em Coloumb) que um capacitor pode armazenar depende da tensão (U, em Volts) e de sua capacitância (C, emFarad) entre seus terminais.


FAÇA ABAIXO O DOWNLOAD DA APOSTILA COMPLETA SOBRE CAPACITORES E DIFERENTES TIPOS DE CAPACITORES.







TABELA BARRAMENTOS

Principais Vantagens
                                                  





• Sistema multipolar sem limite de condutores;
• Possibilidade de compor o sistema com barramentos de secção diferentes;
• Segurança durante o uso e manutenção;
• Baixo custo total (equipamento montagem);
• Compactos e leves, com alta resistência química, mecânica e à corrosão;
• Possibilidade de introduzir desvios e intersecções;
• Mínimo espaço requerido para montagem;
• Montagem rápida com módulos pré-montados;
• Manutenção simples, sem ferramentas especiais.









FAÇA ABAIXO  O DOWNLOAD DA TABELA COMPLETA DE DIMENSIONAMENTO  DE BARRAMENTOS.




TIPOS DE DISJUNTORES

Os disjuntores são dispositivos capazes de atuar na proteção de correntes de curto-circuito ou em casos de  sobrecarga . Quando á uma corrente superior a que ele suporta, ele interrompe o fluxo de energia instantaneamente evitando, assim, prejuízos aos equipamentos ligado a ele.





FUNÇÕES BÁSICAS

1-Proteger os cabos contra sobrecargas e curto-circuitos.
2-Permitir o fluxo normal de corrente sem interrupções.
3-Garantir a segurança das instalações e dos utilizadores.


DEFINIÇÃO

Dispositivo de manobra (mecânico) e de proteção capaz de estabelecer, conduzir e interromper correntes em condições normais do circuito, assim como estabelecer, conduzir por tempo especificado e interromper correntes em condições anormais especificadas do circuito, tais como as de curto-circuito.

NORMAS DOS DISJUNTORES

NBR 5361
Disjuntores De Baixa Tensão
NBR 07118
Disjuntores de Alta Tensão
Européias:
IEC 60947-2 
IEC 60898

ESPECIFICAÇÕES

Tensão nominal em vca.
Nível de isolamento.
Curvas características (tempo x corrente) do disparador térmico e/ou magnético.
Freqüência nominal.
Corrente nominal.
Corrente de operação do disparador de sobre carga .
Capacidade de estabelecimento em curto-circuito (kA crista).
Capacidade de interrupção em curto-circuito simétrico (kA eficaz).
Ciclo de operação.

              LOGO A BAIXO ALGUNS TIPOS DE DISJUNTORES.

DISJUNTOR SECO
Disjuntor cujos contatos principais operam ao ar sob pressão atmosférica.


DISJUNTOR DE POTÊNCIA
Disjuntores abertos para elevadas correntes.





DISJUNTOR TERMO-MAGNÉTICO

Atua disparando pelo efeito térmico quando em sobre-carga. Atua disparando instantaneamente pelo efeito eletromagnético de uma corrente de curto-circuito.










DISJUNTORES A SOPRO MAGNÉTICO

Neste tipo de disjuntor os contatos abrem-se no ar, empurrando o arco voltaico para dentro das câmaras de extinção, onde ocorre a interrupção, devido a um aumento na resistência do arco e conseqüentemente na sua tensão.
Uma das principais características dos disjuntores a sopro magnético é a grande resistência do arco voltaico. Os disjuntores a sopro magnético são usados em média tensão até 24 kV, principalmente montados em cubículos.

DISJUNTORES A ÓLEO
O óleo mineral com suas destacadas características de isolante e extintor, foi usado desde os primeiros tempos na fabricação de disjuntores.

DISJUNTORES A GRANDE VOLUME DE ÓLEO (GVO)
Possuem câmaras de extinção onde se força o fluxo de óleo sobre o arco. Os disjuntores GVO são usados em média e alta tensão até 230 kV. A característica principal dos disjuntores GVO é a sua grande capacidade de ruptura em curto circuito.

DISJUNTORES A PEQUENO VOLUME DE ÓLEO (PVO)
Os disjuntores PVO cobrem em média tensão, praticamente, toda a gama de capacidades de ruptura de 63 kA. No nível de 138 kV a sua capacidade de ruptura por câmara está limitada a um máximo de 20 kA, o que equivale a dizer que para maiores correntes de curto – circuito, (31,5; 40 e 50 kA), que são comuns nesta tensão, deve-se empregar varias câmaras em série com o uso obrigatório de capacitores de equalização e acionamento mais possante com conseqüente aumento do uso e complexidade do equipamento.

DISJUNTORES A VÁCUO
Grande segurança de operação, pois não necessitam de suprimento de gases ou líquidos e não emite chamas ou gases. Praticamente não requerem manutenção, possuindo uma vida útil extremamente longa em termos de números de operações a plena carga e em curto circuito. A relação capacidade de ruptura/volume é bastante grande, tornando estes disjuntores bem apropriados para o uso em cubículos.Devido à ausência de meio extintor gasoso ou líquido, podem fazer re-ligamentos automáticos múltiplos.




DISJUNTORES DE MEDIA TENSÃO ISOLADOS A GÁS.


  
DISJUNTORES DR
Proteção contra correntes de fuga à terra em instalações elétricas de baixa tensão.
Os Dispositivos DR, Módulos DR ou Disjuntores DR de corrente nominal residual até 30 mA,são destinados fundamentalmente a proteção de pessoas, enquanto os de correntes nominais residuais de 100 mA, 300 mA, 500 mA, 1000 mA ou ainda superiores a estas, são destinados apenas a proteção patrimonial contra os efeitos causados pelas correntes de fuga a terra, tais como: consumo excessivo de energia elétrica ou ainda incêndios.


No modo popular o dispositivo dr funciona assim: Se uma pessoa colocar o dedo na tomada, ele detecta uma fuga de corrente a terra e desarma. Evitando assim um acidente sério e até a morte. Caso um fio desencapado entre em contato com a parede ou uma estrutura metálica ele detecta a fuga e desarma. 

Um exemplo de acidente elétrico







O dispositivo DR  tem como função principal proteger as pessoas ou o patrimônio contra fugas à terra:
Evitando choques elétricos (proteção às pessoas), Evitando Incêndios (proteção ao patrimônio).
O DR não substitui um disjuntor, pois ele não protege contra sobrecargas e curto circuitos. Para estas proteções, devem-se utilizar outros disjuntores  em associação.

Proteção contra contato direto: 30 mA
Contato direto com partes energizadas pode ocasionar fuga de corrente elétrica, através do corpo humano, para terra.
Proteção contra contato indireto: 100 mA a 300 mA
No caso de uma falta interna em algum equipamento ou falha na isolação, peças de metal podem tornar-se "vivas" (energizadas).
Proteção contra incêndio: 500 mA


O DR funciona com um sensor ( uma bobina tipo toroide ) que mede as correntes que entram e saem no circuito . As duas são de mesmo valor, porém de direções contrárias em relação à carga.
Se chamarmos a corrente que entra na carga de +I e a que sai de -I, logo a soma das correntes é igual a zero. A soma só não será igual a zero se houver corrente fluindo para a terra , como no caso de um choque elétrico.

SEGURANÇA DAR TRABALHO! A FALTA DELA TIRA A VIDA! SEMPRE PRATIQUE O NR-10, CONFIEM EM DEUS, MAIS USE EPIS. A ELETRICIDADE MATA!




TABELA PRINCIPAIS CORRENTES DE MOTORES

SEGUE A BAIXO A TABELA DOS PRINCIPAIS MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE ALTERNADA.















CLIQUE LOGO A BAIXO E FAÇA O DOWNLOAD DA TABELA DE CORRENTE DE MOTORES.

ACIDENTES ELÉTRICOS E O PODER DO ARCO ELÉTRICO


PAI E FILHO MORREM ( IMAGENS FORTES )
 UM FOI SALVAR O OUTRO E TERMINOU MORRENDO TAMBÉM... CUIDADO ELÉTRICIDADE MATA! AS PESSOAS PASSARAM PERTO DO CABO LIGADO E NÃO PERCEBERAM ATÉ OUTRO SER ELETROCUTADO.


                         ACIDENTE COM ARCO ELÉTRICO
QUANDO NÃO APLICAMOS AS NORMAS NR-10 EM NOSSO DIA A DIA A CONSEQÜÊNCIA
PODE SER DEVASTADORA !!!




UM PADRÃO ELÉTRICO COLETIVO DE UM EDIFICIL
QUE ENTROU EM CURTO-CIRCUITO.





VEJA O  ARCO ELÉTRICO NUM SECCIONAMENTO EM SUBSTAÇÃO



ACIDENTE DENTRO DE UMA SUBSTAÇÃO , INFELIZMENTE DEVE TER  OCORRIDO QUEIMADURAS SERIAS.





MANUTENÇÕES ELETRICAS SO DEVEM SER FEITAS POR PESSOAL TREINADO E QUALIFICADO !!!




ISOLADOR COM PROBLEMA , CAUSA O ARCO ELÉTRICO SEGUIDO DE EXPLOSÃO


Se você aprendeu como a eletrocussão mata através de desenhos animados – você é frito enquanto seu corpo pisca como fogos de artifício e todos conseguem ver seus ossos – você aprendeu errado. A eletricidade na verdade não frita você – isto de fato requereria muito mais potência do que o necessário para matá-lo, e na verdade é uma quantidade  minúscula que precisa para matar um ser humano.


Quanto de eletricidade seria necessário para matar um humano? Eu vou deixar vocês assustados.


Sete miliamperes. Por três segundos. É só isso que precisa. A eletricidade mata você ao interromper o seu ritmo cardíaco. Se sete miliamperes chegarem ao seu coração continuamente por três segundos, “o seu coração fica arrítmico”, Daí todo o resto começa a desligar.  


O motivo pelo qual a eletricidade não mata milhões de pessoas todos os dias com choques ultra-minúsculos é que os nossos corpos possuem resistência contra eletricidade, assim ela não vai direto pro coração. A resistência da pele é de aproximadamente 5 mil a 15 mil ohms.“É estupidamente difícil quantificar” com precisão quanto seria necessário para atravessar esta barreira, já que há todos os tipos de variáveis em jogo, como as roupas que você veste.


Os efeitos que a corrente elétrica pode causar no corpo humano dependem de vários fatores, os mais expressivos são: O trajeto que a corrente elétrica perfaz no corpo humano e a intensidade da corrente. Além destes fatores devemos saber como a pessoa entrou em contato com a corrente elétrica, separei três maneiras e vamos utilizá-las para organizar nossa analise, as maneiras são: atingida por um raio, contato com um corpo eletrizado e contato com circuito energizado.



1 - Quando um ser humano é atingido por um raio ele recebe uma grande descarga de energia. A corrente elétrica provoca graves queimaduras, lesa os tecidos nervosos e cerebrais, contrai os músculos, provoca coágulos, e pode paralisar a respiração. Neste caso, podem ocorrer queimaduras graves ou até mesmo a eletrocussão.
Esta descarga elétrica é causada por uma diferença de potencial entre a atmosfera e a superfície da terra, esta descarga acontece em pontos onde distância entre as partes for menor. Por isso não devemos ficar próximos de árvores quando esta chovendo.

2 - No contato com corpo eletrizado a pessoa recebe um choque de pequena duração. Na maioria das vezes este choque apenas causa um pequeno desconforto, mas, dependendo da intensidade da corrente, pode causar algumas queimaduras. Isso pode se agravar se o corpo estiver molhado. A nossa pele é um bom isolante quando está seca, mas essa resistência cai muito quando molhada, assim, ao passar pelo corpo humano molhado a corrente elétrica causa graves queimaduras.
Muitos são os relatos de pessoas que recebem um choque ao sair do carro e encosta na lataria, ou quando estão chegando em casa e pegam num portão de metal. Isso ocorre porque estes corpos estão eletrizados e parte das cargas elétricas é transferida para o corpo da pessoa.

O contato por circuito energizado é o mais comum no nosso dia-a-dia e, todas as lesões mencionadas acima podem ocorrer neste caso.
Dependendo do percurso da corrente no corpo humano ela pode causar muitas lesões e até a morte. Nosso corpo conduz eletricidade e dependendo do percurso da corrente elétrica, a resistência do corpo pode mudar, trazendo com isso mudanças na intensidade da corrente. Quanto maior a intensidade da corrente elétrica mais grave será a lesão, ou lesões que a pessoa terá. As lesões no organismo humano também se agravam quando a corrente elétrica passa por órgãos vitais, fazendo com que eles parem, na grande maioria dos casos, causando a morte.
Quando uma pessoa recebe este choque, seus músculos são contraídos e ela pode ficar presa no condutor da corrente elétrica, aumentando o tempo de contato e agravando as lesões.
Este tipo de choque pode matar a pessoa imediatamente, deixá-la inconsciente ou provocar uma queda onde as lesões também poderão ser graves. Muitas pessoas morrem ao tentar cortar galhos de árvores que estão perto de instalações elétricas.
Até mais!


Poste seu comentário ele é essencial para a nossa matéria.

FATOR DE POTÊNCIA



A maioria das cargas das unidades consumidoras consome energia reativa indutiva, tais como: motores, transformadores, reatores para lâmpadas de descarga, fornos de indução, entre outros. As cargas indutivas necessitam de campo eletromagnético para seu
funcionamento, por isso sua operação requer dois tipos depotência:

Potência ativa: potência que efetivamente realiza trabalho gerando calor, luz, movimento. É medida em kW. A fig. 1 mostra uma ilustração disto.




Potência Reativa: potência usada apenas para criar e manter os campos eletromagnéticos das cargas indutivas. É medida em kvar. A fig. 2 ilustra esta definição.



Assim, enquanto a potência ativa é sempre consumida na execução de trabalho, a potência reativa, além de não produzir trabalho, circula entre a carga e a fonte de alimentação, ocupando um espaço no sistema elétrico que poderia ser utilizado para fornecer mais energia ativa.


Definição: o fator de potência é a razão entre a potência ativa e a potência aparente. Ele indica a eficiência do uso da energia. Um alto fator de potência indica uma eficiência
alta e inversamente, um fator de potência baixo indica baixa eficiência energética.


Conseqüências e Causas de um Baixo Fator de Potência

Perdas na Instalação : As perdas de energia elétrica ocorrem em forma de calor e são proporcionais ao quadrado da corrente total (I2.R). Como essa corrente cresce com o excesso de energia reativa, estabelece-se uma relação entre o incremento das perdas e
o baixo fator de potência, provocando o aumento do aquecimento de condutores e equipamentos.

Quedas de Tensão : O aumento da corrente devido ao excesso de energia reativa leva a quedas de tensão acentuadas, podendo ocasionar a interrupção do fornecimento de energia elétrica e a sobrecarga em certos elementos da rede. Esse risco é sobretudo acentuado durante os períodos nos quais a rede é fortemente solicitada. As quedas de tensão podem provocar ainda, a diminuição da intensidade luminosa das lâmpadas e
aumento da corrente nos motores.

Subutilização da Capacidade Instalada :

A energia reativa, ao sobrecarregar uma instalação elétrica, inviabiliza sua plena utilização, condicionando a instalação de novas cargas a investimentos que seriam evitados se o fator de potência apresentasse valores mais altos. O “espaço”
ocupado pela energia reativa poderia ser então utilizado para o atendimento de novas cargas. Os investimentos em ampliação das instalações estão relacionados principalmente aos transformadores e condutores necessários. O transformador a ser instalado deve atender à potência total dos equipamentos utilizados, mas devido a presença de potência reativa, a sua capacidade deve ser calculada com base na potência aparente das instalações. A tabela 1 mostra a potência total que deve ter o transformador, para atender uma carga útil de 800 kW para fatores de potência crescentes.







Vantagens da Correção do Fator de Potência

Melhoria da Tensão As desvantagens de tensões abaixo da nominal em qualquer sistema elétrico são bastante conhecidas. Embora os capacitores elevem os níveis de tensão, é raramente econômico instalá-los em estabelecimentos industriais
apenas para esse fim. A melhoria da tensão deve ser considerada como um benefício adicional dos capacitores. A tensão em qualquer ponto de um circuito elétrico é igual
a da fonte geradora menos a queda de tensão até aquele ponto. Assim, se a tensão da fonte geradora e as diversas quedas de tensão forem conhecidas, a tensão em qualquer 
ponto pode ser facilmente determinada. Como a tensão na fonte é conhecida, o problema consiste apenas na determinação das quedas de tensão.

Vantagens da Empresa


Redução significativa do custo de energia elétrica;
Aumento da eficiência energética da empresa;
Melhoria da tensão;
Aumento da capacidade dos equipamentos de manobra;
Aumento da vida útil das instalações e equipamentos;
Redução do efeito Joule;
Redução da corrente reativa na rede elétrica

Vantagens da Concessionária

O bloco de potência reativa deixa de circular no sistema de transmissão e distribuição; 
Evita as perdas pelo efeito Joule;
Aumenta a capacidade do sistema de transmissão e distribuição para conduzir o bloco de potência ativa;
Aumenta a capacidade de geração com intuito de atender mais consumidores;
Diminui os custos de geração .

CORREÇÃO DE FATOR DE POTÊNCIA EM BAIXA TENSÃO

A correção pode ser feita instalando os capacitores de quatro maneiras diferentes, tendo como objetivos a conservação de energia e a relação custo/benefício:

a) Correção na entrada da energia de alta tensão: corrige o fator de potência visto pela concessionária, permanecendo internamente todos os inconvenientes citados pelo baixo fator de potência e o custo é elevado.

b) Correção na entrada da energia de baixa tensão: permite uma correção bastante significativa, normalmente com bancos automáticos de capacitores. Utiliza-se este tipo de
correção em instalações elétricas com elevado número de cargas com potências diferentes e regimes de utilização poucos uniformes. A principal desvantagem consiste em não haver alívio sensível dos alimentadores de cada equipamento.

c) Correção por grupos de cargas: o capacitor é instalado de forma a corrigir um setor ou um conjunto de pequenas máquinas (<10cv). É instalado junto ao quadro de distribuição
que alimenta esses equipamentos. Tem como desvantagem não diminuir a corrente nos circuitos de alimentação de cada equipamento.

d) Correção localizada: é obtida instalando-se os capacitores junto ao equipamento que se pretende corrigir o fator de potência. Representa, do ponto de vista técnico, a melhor
solução, apresentando as seguintes vantagens:
- reduz as perdas energéticas em toda a instalação;
- diminui a carga nos circuitos de alimentação dos equipamentos;
-acionamento para a carga e o capacitor, economizando-se um equipamento de
manobra;
- gera potência reativa somente onde é necessário.

e) Correção mista: no ponto de vista ¨Conservação de Energia, considerando aspectos técnicos, práticos e financeiros, torna-se a melhor solução. Usa-se o seguinte critério para correção mista:
1. Instala-se um capacitor fixo diretamente no lado secundário do transformador;
2. Motores de aproximadamente 10 cv ou mais, corrige-se localmente (cuidado com motores de alta inércia, pois não se deve dispensar o uso de contatores para manobra dos
capacitores sempre que a corrente nominal dos mesmos for superior a 90% da corrente de excitação do motor).
3. Motores com menos de 10 cv corrige-se por grupos.
4. Redes próprias para iluminação com lâmpadas de descarga, usando-se reatores de baixo fator de potência, corrige-se na entrada da rede;
5. Na entrada instala-se um banco automático de pequena potência para equalização final.
Quando se corrige um fator de potência de uma instalação, consegue-se um aumento de potência aparente disponível e também uma queda significativa da corrente.

Correção na Média Tensão


Desvantagens:
Inviabilidade econômica de instalar banco de capacitores automáticos;
Maior probabilidade da instalação se tornar capacitiva (capacitores fixos);
Aumento de tensão do lado da concessionária;
Aumento da capacidade de curto-circuito na rede da concessionária;
Maior investimento em cabos e equipamentos de Baixa Tensão;
Manutenção mais difícil;
Benefícios relacionados com a diminuição das correntes reativas nos cabos, trafos, etc., não são obtidos.


Exemplo de algumas aplicações.
                                                                  
                                      
MAIORES DETALHES FAÇA O DOWNLOAD LOGO ABAIXO DA APOSTILA COMPLETA DE CORREÇÃO DE FATOR DE POTÊNCIA 



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